Manifesto de associações afirma que crimes de 'terroristas' não serão apurados
Associações formadas por integrantes das Forças Armadas divulgaram um manifesto que presta "homenagem" ao aniversário de 49 anos do golpe militar de 31 de março de 1964, quando o presidente João Goulart foi deposto.
Uma carta assinada pelos presidentes do Clube Militar, do Clube Naval e do Clube da Aeronáutica critica os trabalhos da Comissão da Verdade, e chama seus integrantes de "totalitários" e de "democratas arrivistas".
O manifesto, publicado na página do Clube Militar do Rio, afirma que agentes da esquerda praticaram crimes contra militares e civis que estavam "no cumprimento do dever ou em situação de total inocência". Os autores do texto criticam a Comissão da Verdade por se debruçar apenas a violação de direitos humanos por agentes de Estado. O documento, no entanto, não faz referência a episódios de tortura ou outros crimes praticados por militares no período da ditadura (1964-1985).
Leia a íntegra do manifesto, intitulado 'À Nação Brasileira: 31 de março':
Militares criticam comissão da verdade e homenageiam golpe de 64 from José Ripardo
FONTE: Bruno Boghossian, de O Estado de S. Paulo
FONTE: Bruno Boghossian, de O Estado de S. Paulo
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