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sábado, 29 de março de 2014

Você sabe o que é mito e o que é verdade sobre a tuberculose?

O Ministério da Saúde lançou a campanha deste ano de combate à tuberculose. Hoje em dia, muitas pessoas pensam que a doença não existe mais. Porém, apenas em 2013, foram registrados 71.123 casos novos da doença, no Brasil. A boa notícia é que a tuberculose tem cura. Além disso, a taxa de incidência vem caindo a cada ano: de 2003 a 2013, a redução foi de 20,3%. O Blog reuniu os principais mitos sobre a tuberculose. Confira:
Tuberculose não existe mais ou tuberculose é uma coisa do passado.
Resposta certa: tuberculose existe em praticamente todos os países do mundo. No Brasil ,mais de 70.000 casos novos são notificados a cada ano e mais de 4.000 morrem em decorrência desta doença.
A tuberculose é transmitida pelo compartilhamento de objetos como copos, talheres e roupas de cama.
Resposta certa: a tuberculose é uma doença de transmissão aérea, ou seja, que se transmite pelo ar, especialmente em ambientes mal ventilados e mal iluminados. Não ocorre a transmissão pelo contato com a saliva ou com objetos de uso pessoal.
Só quem tem HIV pode ter tuberculose.
Resposta certa: no Brasil, menos de 10% das pessoas que têm tuberculose estão infectadas pelo HIV. Embora a proporção de pessoas com tuberculose testadas para o HIV ainda não seja a ideal (cerca de 60% dos casos são testados), atualmente, a proporção de coinfectados não é tão alta. A grande maioria dos casos de tuberculose não está associada ao HIV.
Só se deve desconfiar de tuberculose quando há tosse com sangue.
Resposta certa: qualquer pessoa que tenha tosse por três semanas ou mais deve ser investigada para a tuberculose. O sangue no escarro ocorre em fases mais tardias da doença e pode estar relacionado a complicações.
A vacina BCG evita o adoecimento por tuberculose.
Resposta certa: a vacina BCG, recomendada para todas as crianças de até 4 anos de idade, protege apenas as crianças da formas mais graves da doença (tuberculose meningoencefálica e disseminada). O fato de ter sido vacinado com a BCG não significa que a pessoa não pode desenvolver tuberculose. Várias pesquisas vêm sendo desenvolvidas no mundo em busca de uma vacina que evite, de fato, o adoecimento por tuberculose.
Tuberculose não tem cura.
Resposta certa: desde a década de 50 existe tratamento para a tuberculose. Ao longo das últimas décadas, o tratamento tornou-se melhor e mais efetivo. Em 2010, o Brasil passou a recomendar para o esquema básico (que dura pelo menos seis meses) doses fixas combinadas dos medicamentos, o que reduziu o número de comprimidos ou cápsulas a serem ingeridas diariamente. Há casos mais complexos, em que são necessários outros medicamentos, usados por períodos maiores. Em determinadas situações, até mesmo medicamentos injetáveis precisam ser administrados.
"Estou curado porque não tenho mais os sintomas. Posso parar o tratamento”.
Resposta certa: para que a cura seja assegurada, é fundamental completar o tratamento, que dura, no mínimo seis meses. Interromper o uso dos medicamentos antes do período estipulado pela equipe de saúde pode causar complicações, recidivas da doença e mesmo a multidrogarresistência, que complica seriamente o tratamento da tuberculose.

FONTE: Agência Saúde

segunda-feira, 24 de março de 2014

Família de agente de saúde com câncer pede doações para compra de medicamento importado

FOTO: Facebook de Elias de França
Os familiares da agente comunitária de saúde (ACS) Ana Joaquina Elias de França Rocha, acometida de melanoma (câncer de pele muito agressivo), iniciou campanha com a finalidade de arrecadar recursos para a aquisição do medicamento antineoplásico Vemurafenib (Zelboraf ®).

O medicamento, que é importado e pode salvar a vida de Ana Joaquina, tem custo elevado (R$ 1.000,00 a dose diária). A Justiça Federal determinou que o SUS comprasse o medicamento. A União já repassou os recursos ao governo do Estado, que ainda não efetuou a compra do produto.

As contribuições podem ser feitas por depósito bancário. Dados bancários:
  • banco: Caixa Econômica Federal;
  • agência: 0747;
  • OP: 013;
  • conta poupança: 12896-5.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Vacinação contra o HPV começa hoje em todo o país

Meninas de 11 a 13 anos começam a ser imunizadas hoje (10) contra o papiloma vírus humano (HPV), principal causador do câncer de colo de útero. A orientação do Ministério da Saúde é que a primeira dose seja oferecida nas escolas (públicas e particulares), mas a vacinação também poderá ser feita em postos de saúde de todo o país.

A meta do governo é vacinar 80% do público-alvo, formado por 5,2 milhões de meninas. A vacina distribuída na rede pública previne contra quatro subtipos do HPV (6, 11, 16 e 18). Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero em todo o mundo.

Para se imunizar é preciso apresentar o cartão de vacinação ou um documento de identificação. Cada adolescente deverá tomar três doses para completar o esquema de proteção, sendo a segunda aplicada depois de seis meses, e a última, cinco anos após a primeira.

Em 2015, a vacina contra o HPV será oferecida para meninas de 9 a 11 anos e, em 2016, para as de 9 anos.

O câncer de colo de útero tem a terceira maior taxa de incidência entre os cânceres que atingem as mulheres, atrás apenas do câncer de mama e do câncer de cólon e reto.

Crateús

Em Crateús, de acordo com a Coordenação de Imunização do Município, a vacina deve estar disponível nas unidades básicas de saúde a partir de quarta-feira (12).

Confira o esquema de vacinação adotado em todo o país:














FONTE: Agência Brasil

domingo, 20 de outubro de 2013

Ministério da Saúde lança campanha de combate à sífilis

O Ministério da Saúde lança campanha de incentivo ao diagnóstico da doença às gestantes. A ação marcou o Dia Nacional da Sífilis, neste sábado (19). A campanha tem como objetivo sensibilizar os profissionais da saúde para que recomendem a seus pacientes a realização do diagnóstico durante o pré-natal. Os testes rápidos e tradicional para detecção da doença são oferecidos gratuitamente nos postos de saúde e disponíveis em todo o país.
O espaço dedicado à campanha reúne informações para gestores locais, profissionais de saúde e gestantes sobre o estímulo ao teste de sífilis durante a gestação. São publicações, vídeos, cartazes, banners, campanhas que trabalham a prevenção, o teste e o tratamento para a sífilis congênita na atenção básica de saúde. O Ministério da Saúde também divulgará a campanha pelas redes sociais. Durante todo o mês de outubro, em todo o país, ações tratarão do tema na atenção básica de saúde.
Ao mesmo tempo em que conscientiza as mães para a realização do diagnóstico no pré-natal, a campanha reforça o papel fundamental dos profissionais de saúde para o sucesso desta iniciativa. “A sífilis durante a gestação pode trazer consequências como má-formação do feto e aborto. O teste é rápido e simples de ser feito”, observa o diretor de Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita.
O dirigente explica que o tratamento durante a gestação também pode ser realizado de maneira simples, evitando complicações para a criança após o nascimento. “A eliminação da sífilis congênita no país, até 2015, é uma dos desafios na área da saúde no Brasil”, afirma. Segundo ele, o maior problema da sífilis é que, na maioria das vezes, as mulheres não sentem nada e só vão descobrir a doença após o exame.
Teste rápido - Desde 2011, quando o Ministério da Saúde começou a ofertar os testes rápidos, foram distribuídos um total de 2,9 milhões. O número de exames distribuídos passou de 31,5 mil (em 2011) para 1,7 milhões até setembro deste ano. Com essa nova tecnologia, a gestante tem a oportunidade de saber se já teve contato com o vírus causador da doença, em apenas 30 minutos, durante a consulta de pré-natal.
Na Rede Cegonha, 5.023 municípios aderiram ao componente pré-natal, que prevê a ampliação do diagnóstico com a testagem rápida para a triagem da sífilis da gestante e de suas parcerias sexuais. Esses municípios receberam cerca de 1,2 milhão de testes rápidos para sífilis desde 2012. Na atenção básica, desde 2011, foram distribuídos mais 2,5 milhões, totalizando 3,7 milhões de testes.
Serviço – Os testes disponíveis são o laboratorial – que demora alguns dias para sair o resultado – e o rápido, que indica a possibilidade de sífilis. Em caso positivo, deve ser refeito por meio de exame laboratorial. A gestante deve fazer o primeiro diagnóstico no primeiro trimestre da gravidez. O recomendado é refazer o teste no terceiro trimestre da gestação e repeti-lo antes do parto, já na maternidade. Quem não fez pré-natal, deve realizar o teste antes do parto.
O Dia Nacional de Combate à Sífilis foi instituído pela Sociedade Brasileira de DST, em 2006, e é lembrado todo terceiro sábado do mês de outubro. O objetivo da data é aumentar o debate sobre o assunto, mobilizando governo e a sociedade para o combate e prevenção à doença. Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde(OMS), aproximadamente 12 milhões de novos casos ocorrem a cada ano no mundo.
FONTE: Agência Brasil

sábado, 24 de agosto de 2013

Mais de 1.600 crianças comparecem aos postos de saúde em Crateús para atualização da caderneta de vacinação

Campanha para atualizar caderneta de vacinação iniciou neste sábado.

Segundo dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), até agora, compareceram aos postos de vacinação em Crateús 1.698 crianças, que tiveram as respectivas cadernetas de vacinação analisadas. Ao todo, foram administradas cerca de 1033 doses de vacina.

A maior frequência de aplicação foi da vacina triviral (405 doses), que protege contra sarampo, rubéola e caxumba. Os profissionais seguem recomendação do Ministério da Saúde de intensificar a administração deste imunobiológico, em virtude de surtos de sarampo ocorridos em 2013, nos estados São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Santa Catarina e Paraíba.

A campanha para atualização da caderneta infantil segue até 30 de agosto.

Campanha de multivacinação em Crateús
Vacinas
Doses
até 30
dias do
nascimento
< 1 ano
1 ano
2 anos
3 anos
4 anos
Total
Data da Informacão
BCG
DU

0
0
0
0
0
0
24/08/2013 17:48:08
Hepatite B
D
0





0
24/08/2013 17:48:08
D1

0
0
0
0
0
0
24/08/2013 17:48:08
D2

0
0
0
0
0
0
24/08/2013 17:48:08
D3

1
0
0
0
0
1
24/08/2013 17:48:08
Rotavírus
D1

29




29
24/08/2013 17:48:08
D2

22




22
24/08/2013 17:48:08
Pneumocócica 10-Valente
DU


0



0
24/08/2013 17:48:08
D1

18




18
24/08/2013 17:48:08
D2

25




25
24/08/2013 17:48:08
D3

24




24
24/08/2013 17:48:08
R1


40



40
24/08/2013 17:48:08
Meningocócica C
DU


0



0
24/08/2013 17:48:08
D1

17




17
24/08/2013 17:48:08
D2

46




46
24/08/2013 17:48:08
R1


31



31
24/08/2013 17:48:08
Vacinas inativada e oral contra poliomielite
D1*

28
0
0
0
0
28
24/08/2013 17:48:08
D2*

23
11
0
0
0
34
24/08/2013 17:48:08
D3

29
4
0
0
0
33
24/08/2013 17:48:08
R1


51
1
0
0
52
24/08/2013 17:48:08
R2





4
4
24/08/2013 17:48:08
Penta (DTP/Hib/HB)
D1

29
0
0
0
0
29
24/08/2013 17:48:08
D2

23
0
0
0
0
23
24/08/2013 17:48:08
D3

26
0
0
0
0
26
24/08/2013 17:48:08
Tríplice viral
D1


53
4
1
1
59
24/08/2013 17:48:08
D2


56
107
104
79
346
24/08/2013 17:48:08
DTP
R1


38
0
1
21
60
24/08/2013 17:48:08
R2





86
86
24/08/2013 17:48:08
Febre Amarela
DU

0
0
0
0
0
0
24/08/2013 17:48:08
Legenda: DU: dose única; D1: 1ª dose; D2: 2ª dose; D3: 3ª dose; R1: 1º reforço; R2: 2º reforço.
FONTE: SI-PNI/Ministério da Saúde