Gallery

Mostrando postagens com marcador geração de emprego. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador geração de emprego. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Geração de empregos teve pior resultado para meses de julho desde 2003

O saldo líquido da geração de empregos em julho passado foi o pior dos últimos dez anos, com a criação de 41,4 mil postos - resultado de 1.781.308 admissões e 1.739.845 demissões. Um desempenho pior só havia sido registrado em julho de 2003, com 37,2 mil. No mesmo mês do ano passado, o volume de empregos gerados foi 142,4 mil - mais de 100 mil a mais do que neste ano.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (21) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Com relação aos sete primeiros meses de 2013, o país teve o pior desempenho desde 2009, com a criação de 907,2 mil postos de trabalho com carteira assinada. No mesmo período de 2009, haviam sido criados 397,9 mil postos, enquanto, de janeiro a julho de 2012, o saldo foi 1,3 milhão.

O ministro do Trabalho, Manoel Dias, informou que o desempenho do mercado de trabalho nos sete primeiros meses do ano está de acordo com as perspectivas da economia do país. "O mundo todo está [com geração de emprego] negativo e nós estamos positivos. Essa é a nossa realidade. Estamos crescendo, o emprego está crescendo. Não é o número que eu gostaria que fosse, mas é um crescimento de acordo [com o da economia brasileira]", explicou Dias.

De acordo com o ministério, esse número revela, ainda assim, sinais de perda de dinamismo na geração de emprego.

Os setores com os desempenhos mais expressivos nos primeiros sete meses do ano foram os de serviços, com saldo de mais de 384,1 mil postos criados; indústria (198 ,3 mil); e construção civil (146,6 mil). Os piores resultados foram no comércio, com saldo de fechamento de 3,3 mil vagas nesse mesmo período; e no setor de extração mineral, com a criação de 2,2 mil postos.

Em relação a julho, os setores com os piores resultados foram o de serviços industriais (-1,3 mil) e extração mineral (-236). Os melhores o de agropecuária (18,1 mil), serviços (11,2 mil) e indústria (7,1 mil).

Os estados com a mais quantidade de fechamento de postos foram Rio Grande do Sul (-3,6 mil), Pernambuco (-2,9 mil) e Espírito Santo (-1,9 mil). Os estados com os melhores resultados em julho foram Minas Gerais (11,6 mil), São Paulo (8,4 mil) e Mato Grosso (8,4 mil).

Dias não confirmou a previsão de 1,4 milhão para o saldo de postos gerados em 2013, como havia sido anunciado no mês passado. "Acredito que [o mercado] vá melhorar porque há investimentos suficientes para gerar novos empregos. O empresariado está investindo. Para o próximo mês, vamos torcer que melhore. A tendência é a recuperação", informou o ministro.

FONTE: Agência Brasil

terça-feira, 23 de julho de 2013

Criação de emprego formal tem queda no primeiro semestre

No primeiro semestre de 2013, foram gerados 826,1 mil empregos formais (com carteira assinada) - resultado de 11,439 milhões de admissões e 10,613 milhões de desligamentos, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (23) pelo Ministério do Trabalho. O resultado foi o menor desde o primeiro semestre de 2009, quando foram registrados 397,9 mil empregos com carteira assinada. Em 2010, 1,634 milhão de postos foram criados; em 2011, 1,414 milhão; e em 2012, 1,047 milhão.
Os setores com os melhores desempenhos nos primeiros seis meses do ano foram os de serviços (361,1 mil postos), da indústria (186,8 mil) e da construção civil (133,4 mil). Os com os piores desempenhos foram administração pública, com saldo negativo de 30,8 mil vagas; comércio, 13,6 mil; e extração mineral, com 3,1 mil.
Para o ministro Manoel Dias, o bom desempenho do setor de serviços é um indicativo de expansão no mercado de trabalho. "O aumento de serviços significa que há um aumento real dos salários, do poder de compra da população e do atendimento de demanda. O salário da população aumentou. As pessoas estão consumindo mais e exigindo mais qualidade", explicou.
No primeiro semestre, o salário médio de admissão dos trabalhadores com carteira assinada chegou a R$ 1.090,52, o equivalente a 1,70% a mais do que o rendimento no mesmo período de 2012 (R$ 1.072,33).
Em relação a junho, o saldo de empregos gerados foi ligeiramente superior ao do mesmo mês no ano passado, 123,8 mil ante os 120,4 mil em 2012. Esse saldo foi o resultado de 1,772 milhão de admissões e 1,648 milhão de demissões.
Os setores avaliados pelo Ministério do Trabalho com os melhores desempenhos foram os da agricultura, com a abertura de mais de 59 mil vagas; e o dos serviços, que abriu 44 mil postos. Esses dois setores tiveram desempenho, no mês, expressivamente mais alto do que o terceiro melhor colocado, o comércio, com 8,3 mil vagas.
De acordo com o ministério, os resultados na agricultura se justificam por fatores sazonais, como as lavouras de café e as atividades de apoio em São Paulo e Minas Gerais. No caso dos serviços, os destaques positivos são os de alojamento de alimentação, de transportes e comunicações e de serviços médicos e odontológicos.
A Região Sudeste, impulsionada por São Paulo e Minas Gerais, foi a com o maior saldo de postos de trabalho (68,8 mil), seguida pela Nordeste (20,5 mil) e pelo Centro-Oeste (16 mil).
FONTE: Agência Brasil