Gallery

Mostrando postagens com marcador IPCA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador IPCA. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Inflação oficial recua na prévia de julho e fica em 0,07%

A prévia de julho deste ano da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), ficou em 0,07%. A taxa é inferior à de junho, 0,38%. O dado foi divulgado hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
As principais contribuições para o recuo da inflação vieram dos grupos de despesas transportes (que passou de uma inflação de 0,1% na prévia de junho para uma queda de preços de 0,55% em julho) e alimentação (que passou de uma inflação de 0,27% para uma queda de preços de 0,18%).
Entre os itens que individualmente mais contribuíram para uma taxa menor em julho estão o tomate, que ficou 16,78% mais barato em julho, o etanol (-3,71%), a gasolina (-0,69%) e ônibus urbano (-1,02%).
No setor de transportes, também tiveram influência importante para a redução do IPCA-15 os itens seguro voluntário (-1,82%), ônibus intermunicipal (-0,91%), metrô (-2,02%) e trem (-1,15%). O IPCA-15 acumula taxas de 3,52% no ano e de 6,4% nos últimos 12 meses.
FONTE: Agência Brasil

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Projeção de crescimento da economia cai, pela nona vez seguida, para 2,31%

A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia não para de cair. Na nona redução seguida, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, este ano, passou de 2,34% para 2,31%. A estimativa para 2013 está abaixo da projeção do Banco Central (BC), que é 2,7%.

No ano seguinte, a expectativa das instituições financeiras é que haja crescimento um pouco maior: 2,8%, a mesma projeção da semana passada. Essas estimativas são resultado de pesquisa feita todas as semanas pelo BC com instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos.

A estimativa para a expansão da produção industrial caiu de 2,34% para 2,23%, este ano, e segue em 3%, em 2014. A expectativa para a cotação do dólar permaneceu em R$ 2,20, ao final deste ano, e subiu de R$ 2,22 para R$ 2,30, ao fim de 2014.

A pesquisa do BC também mostrou que a estimativa para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 5,81% para 5,80%, este ano, e permaneceu em 5,90%, em 2014. Ambas projeções estão acima do centro da meta de inflação, 4,5%, e abaixo do limite superior, 6,5%.

A estimativa para a taxa básica de juros, a Selic, foi mantida em 9,25% ao ano, ao final de 2013, e subiu de 9,25% para 9,5% ao ano, no fim de 2014.

No último dia 10, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou a Selic, pela terceira vez seguida, para 8,5% ao ano. A decisão de aumentar a Selic é devido à inflação, em alta no país. Quando o Copom quer conter a alta dos preços, aumenta a taxa básica de juros.

Em comunicado após a reunião, o Copom disse que a decisão de elevar os juros “contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano”. Na próxima quinta-feira (18), o Copom vai divulgar mais detalhes sobre a decisão na ata da reunião.

FONTE: Agência Brasil

terça-feira, 9 de julho de 2013

Copom inicia reunião para definir taxa básica de juros

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) realiza hoje (9) e amanhã a quinta reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. A mediana das expectativas (que desconsidera os extremos nas projeções) de instituições financeiras é que a Selic volte a ser elevada em 0,5 ponto percentual, como ocorreu na reunião anterior, em maio.

Em abril, o Copom elevou os juros básicos em 0,25 ponto percentual. Atualmente, a Selic está em 8% ao ano.

O BC voltou a elevar a taxa básica este ano devido ao aumento da inflação. Quando os preços estão em alta, o Copom aumenta a Selic para conter a demanda por bens e serviços e estimular a poupança. Com isso, a tendência é que a inflação ceda. Mesmo assim, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar acima do centro da meta (4,5%), mas dentro do limite superior (6,5%).

De acordo com expectativas do mercado financeiro, o IPCA deve fechar este ano em 5,81%. A previsão do BC é 6%. Em 12 meses encerrados em junho, o IPCA chegou a 6,7%.

FONTE: Agência Brasil

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Inflação oficial sobe 0,86% em janeiro e é a mais alta em quase 8 anos

RIO - A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,86% em janeiro, ante uma variação de 0,79% em dezembro, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Trata-se da maior variação mensal desde abril de 2005, quando o aumento foi de 0,87%. O índice também foi o maior para meses de janeiro desde 2003, quando a taxa foi de 2,25%.
Em janeiro de 2012, o IPCA tinha ficado em 0,56%, o que fez a taxa em 12 meses acelerar de 5,84% em dezembro para 6,15% em janeiro de 2013, afastando-se ainda mais do centro da meta estipulada pelo governo, de 4,5%.
O resultado ficou dentro do intervalo das estimativas das instituições do mercado financeiro consultadas pelo AE Projeções, que iam de uma taxa de 0,77% a 0,90%, e acima da mediana, de 0,83%. Em 12 meses até janeiro, o IPCA acumulou uma alta de 6,15%, acima do centro da meta estipulada pelo governo, de 4,5%.
Alimentos e Despesas Pessoais
Os preços dos alimentos não deram trégua neste início de ano e subiram 1,99%, puxando a alta de 0,86% na inflação medida pelo IPCA em janeiro.
A alta do grupo alimentação e bebidas ficou acima da taxa de 1,03% verificada em dezembro. O resultado foi um impacto de 0,48 ponto porcentual no IPCA, o equivalente a 56% da inflação do mês.
Segundo o IBGE, problemas climáticos reduziram a oferta de vários produtos, ocasionando fortes aumentos de preços. Os destaques foram o tomate (26,15%) batata-inglesa (20,58%), cebola (14,25%), hortaliças (10,86%) e cenoura (9,83%).
Os cigarros ficaram 10,11% mais caros em janeiro, o que fez o item registrar o principal impacto sobre o Índice IPCA. A alta, causada pelo aumento no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), resultou em uma contribuição de 0,09 ponto porcentual para a taxa de 0,86% do IPCA de janeiro.
O item puxou a alta de 1,55% no grupo Despesas Pessoais no período, o segundo maior impacto de grupo sobre o IPCA de janeiro, embora tenha desacelerado em relação à taxa de dezembro, quando ficou em 1,60%.
Ainda no grupo Despesas Pessoais, os gastos com empregados domésticos desaceleraram de 0,82% em dezembro para 0,58% em janeiro.
INPC
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) subiu 0,92% em janeiro, após ter registrado alta de 0,74% em dezembro.
Com o resultado, o índice acumulou uma alta de 6,63% em 12 meses, acima da taxa de 6,20% acumulada nos 12 meses anteriores. O INPC mede a variação dos preços para as famílias com renda de um a cinco salários mínimos e chefiadas por assalariados.
FONTE: Daniela Amorim, da Agência Estado (Com informações da Reuters)