Gallery

Mostrando postagens com marcador vacinação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vacinação. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

SUS passa a vacinar grávidas contra coqueluche

Grávidas e recém-nascidos ganharam um novo reforço para proteção contra coqueluche. A partir deste mês de novembro, as gestantes têm à disposição a vacina acelular contra difteria, tétano e coqueluche (dTpa) no Calendário Nacional de Vacinação pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Dessa forma, o Ministério da Saúde busca reduzir a incidência e mortalidade causada pela doença entre os recém-nascidos. A vacina dTpa está disponível nos 35 mil postos da rede pública.
Foto: Matthias G. Ziegler
A recomendação do Ministério da Saúde é para aplicação da dose entre as 27ª e a 36ª semanas de gestação – período que gera maior proteção para a criança, com efetividade estimada em 91%. Entretanto, a dose também pode ser administrada até, no máximo, 20 dias antes da data provável do parto. Esta é a quarta vacina para gestantes no calendário nacional. O SUS também oferece a influenza, a dupla adulto (difteria e tétano - dT) e a vacina contra hepatite B.

O público-alvo é composto por 2,9 milhões de gestantes e 324 mil trabalhadores de saúde. Para a implantação desta vacina no calendário, em 2014, o Ministério da Saúde adquiriu quatro milhões de doses, com investimento de R$ 87,2 milhões. Cada dose tem o custo de R$ 21,81. Já foram distribuídas para todas as unidades da federação 1,2 milhões de doses, para a incorporação da vacina no SUS. Além disso, o Programa Nacional de Imunizações vai fazer o envio mensal de 300 mil doses.

O esquema de vacinação completo da dupla adulto é de três doses (devendo ser reforçada a cada intervalo de dez anos) podendo ser tomada a partir dos 10 anos de idade. Se a mulher não tomou nenhuma dose dessa vacina antes de engravidar, é necessário tomar duas doses da dupla adulto, com intervalo de no mínimo 30 dias e complementar com a dTpa. Caso a mulher tenha tomado uma dose da dT antes da gestação, ela deverá reforçar o esquema com mais uma dose da dT e outra da dTpa. Já para as mulheres que se preveniram com duas ou mais doses da dT, recomenda-se a a dTpa administrada com apenas uma dose. Mulheres grávidas devem tomar uma dose da dTpa em cada gestação, independente de terem tomado anteriormente.

Com a incorporação da dTpa, a rede pública passa a ofertar 17 vacinas de rotina no calendário nacional. O Ministério da Saúde ofertou neste ano três vacinas. Em março deste ano, a vacina contra HPV; em julho a Hepatite A e a, partir deste mês, a imunização contra coqueluche para grávidas.

A vacina dTpa gera proteção da mãe para o filho. Além de se proteger, a mãe passa anticorpos para seu filho ainda no período de gestação, garantindo ao bebê imunidade nos primeiros meses de vida até que ele complete o esquema vacinal contra coqueluche, definido pelo calendário básico. A dTpa é a única vacina contra coqueluche que pode ser administrada de maneira segura em adultos. Profissionais de saúde que atuam nas maternidades e UTIs neonatais também receberão a vacina e terão que fazer o reforço a cada 10 anos.


COQUELUCHE – A coqueluche é uma doença infecciosa aguda de alta transmissibilidade, causada pela bactéria Bordetella pertussis. Suas principais complicações secundárias são a pneumonia, otite média, ativação de tuberculose latente, enfisema pneumotórax, entre outras. O número de casos da doença reduziu de 40 mil notificações nos anos 80, em média, para cerca de 1.500 casos na década de 2000. No entanto, a partir de 2011, houve aumento nos casos da doença em todo o mundo, sobretudo em crianças menores de seis meses, por não terem ainda recebido o esquema completo da vacinação contra a doença.

A proteção das crianças para coqueluche é feita com três doses da vacina Pentavalente (DTP, hepatite B e HiB), aplicada aos dois, quatro e seis meses de vida. Aos 15 meses e aos quatro anos a criança recebe o reforço com a vacina DTP. Entre 2011 e 2013, o Ministério da Saúde registrou 4.921 casos em menores de três meses, 35% de todos os casos do país neste período, que foram 14.128. Essa faixa-etária é ainda mais afetada em relação aos óbitos. No período, foram 204 óbitos, o que representa 81% do total nacional, que foi de 252 mortes.

A vacinação de gestantes é aprovada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), recomendada pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia e já está sendo adotada como uma das estratégias para o controle da coqueluche em vários países, como Estados Unidos, Alemanha, França, Holanda, Reino Unido, Austrália, entre outros. Os efeitos adversos são raros e podem incluir reações locais como dor, febre, enrijecimento e vermelhidão no local da administração da vacina. Qualquer evento adverso deve ser notificado imediatamente às autoridades de saúde.

A vacinação com a dTpa soma-se a outras medidas já adotadas pelo Ministério da Saúde para reduzir a incidência e mortalidade por coqueluche, entre elas, a revisão do protocolo de tratamento e quimioprofilaxia, com recomendação de uso de antibióticos com mais eficácia, a adoção do tratamento com antibióticos para todas as gestantes no último mês de gestação ou puérperas, que tiveram contato com caso suspeito ou confirmado e apresentarem tosse por cinco dias ou mais, e dos recém-nascidos.

Fonte: Carlos Américo e Amanda Mendes/ Agência Saúde

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Meninas de 11 a 13 anos recebem a segunda dose da vacina contra HPV

A partir de segunda-feira, 1º de setembro, a segunda dose da vacina contra o vírus HPV começa a ser aplicada em meninas de 11 a 13 anos. O Ministério da Saúde passou a ofertar a vacina no Sistema Único de Saúde (SUS) em 10 de março. Em apenas seis meses, 4,3 milhões de meninas nessa faixa etária já foram vacinadas.
Para garantir a imunização contra o HPV é fundamental que a segunda dose seja aplicada seis meses após a primeira, e a dose de reforço, 5 anos depois. O objetivo da vacinação no Brasil é prevenir o câncer de colo do útero, refletindo na redução da incidência e da mortalidade. A vacina estimula a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV.
Depois de receber todas as doses, a adolescente garantirá a proteção contra o câncer de colo do útero, terceiro tumor mais frequente na população feminina, atrás do câncer de mama e do colorretal, e a terceira causa de mortes de mulheres por câncer no Brasil.


FONTE: Agência Saúde

segunda-feira, 10 de março de 2014

Vacinação contra o HPV começa hoje em todo o país

Meninas de 11 a 13 anos começam a ser imunizadas hoje (10) contra o papiloma vírus humano (HPV), principal causador do câncer de colo de útero. A orientação do Ministério da Saúde é que a primeira dose seja oferecida nas escolas (públicas e particulares), mas a vacinação também poderá ser feita em postos de saúde de todo o país.

A meta do governo é vacinar 80% do público-alvo, formado por 5,2 milhões de meninas. A vacina distribuída na rede pública previne contra quatro subtipos do HPV (6, 11, 16 e 18). Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero em todo o mundo.

Para se imunizar é preciso apresentar o cartão de vacinação ou um documento de identificação. Cada adolescente deverá tomar três doses para completar o esquema de proteção, sendo a segunda aplicada depois de seis meses, e a última, cinco anos após a primeira.

Em 2015, a vacina contra o HPV será oferecida para meninas de 9 a 11 anos e, em 2016, para as de 9 anos.

O câncer de colo de útero tem a terceira maior taxa de incidência entre os cânceres que atingem as mulheres, atrás apenas do câncer de mama e do câncer de cólon e reto.

Crateús

Em Crateús, de acordo com a Coordenação de Imunização do Município, a vacina deve estar disponível nas unidades básicas de saúde a partir de quarta-feira (12).

Confira o esquema de vacinação adotado em todo o país:














FONTE: Agência Brasil

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Meninas de dez e 11 anos receberão vacina contra HPV no início do ano letivo de 2014

A vacina contra o papilomavírus (HPV) será oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 10 e 11 anos no início do ano letivo de 2014. De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina estará disponível em cerca de 5 mil postos, entre escolas públicas e particulares (em forma de campanha) e unidades de saúde, de maneira permanente. O Brasil estima que ocorram, em 2013, 17,5 mil novos casos de câncer do colo do útero, cuja principal causa é o HPV.

A meta do governo é atingir 80% das mais de 3,3 milhões de pessoas consideradas público-alvo. Neste primeiro momento, serão disponibilizadas 12 milhões de doses apenas para meninas. Com os custos da vacina, serão gastos R$ 30 por unidade, somando R$ 452,5 milhões. A vacina, que será produzida pelo Instituto Butantã e pela Merck, será administrada em três doses, e protegerá contra quatro subtipos de HPV: 6, 11, 16 e 18 – os dois últimos são os que causam o maior risco de câncer. Em 70% dos casos de câncer do colo do útero, há vestígio da presença dos subtipos 16 e 18.

"Estamos oferecendo a melhor vacina que existe. Setenta e cinco porcento das vacinas usadas contra o HPV no mundo é essa que vamos aplicar. Essa é mais uma medida para enfrentarmos um problema de saúde púbica, que é o câncer do colo do útero – sobretudo nas regiões Norte e Nordeste e em áreas economicamente menos desenvolvidas em outras regiões do país", informou o ministro Alexandre Padilha.

A vacinação será feita em meninas nessa faixa etária, em intervalos de dois e seis meses entre a segunda e a terceira doses, respectivamente. "Temos de preparar esse público, envolver as meninas e a família, reforçar a orientação, o porquê de a faixa etária ser de 10 a 11 anos, antes do início da atividade sexual", disse Padilha. A administração será feita, segundo a autorização dos pais. "A vacina não elimina a necessidade do uso de preservativo e da realização do exame papanicolau. Mesmo protegendo contra a maior proporção dos cânceres, não protege 100%. Essas meninas estarão mais protegidas, nas continuarão realizando o rastreamento [do vírus] com o exame preventivo", explicou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. Em 2012, o ministério contabilizou 11 milhões de exames papanicolau realizados.

Segundo dados do Ministério da Saúde, são registrados, em média, 685,4 mil casos de HPV por ano. O câncer do colo do útero causa 4,8 mil mortes, em média, por ano. Em 2011, foram 5,1 mil óbitos. De janeiro a março de 2013, foram feitas 5,6 mil internações por câncer de colo do útero, com as quais foram gastos R$ 7,6 milhões. O Ministério da Saúde estima que, entre 2011 e 2014, sejam gastos mais de R$ 382 milhões em investimentos na doença.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que haja 291 milhões de mulheres com o vírus no mundo, das quais 32% estão infectadas pelos tipos 16 e 18. Segundo a OMS, estudos mostram que 80% da população feminina sexualmente ativa serão infectadas.

FONTE: Agência Brasil

sábado, 1 de junho de 2013

Campanha da vacinação contra poliomielite será de 8 a 21 de junho

Uma nova campanha de vacinação em crianças está com a data definida pelo Ministério da Saúde. De 8 a 21 de junho os pais têm o compromisso com a saúde dos filhos. Nesse período, ocorrerá em todo o país a Campanha de Vacinação contra a Poliomielite. No Ceará, a meta é imunizar 594.019 crianças. Atenção para a idade: serão vacinadas as crianças de 6 meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias. A meta é vacinar, no mínimo, 95%, das crianças nessa faixa etária. No ano passado, o Ceará superou a meta, atingindo 98,63% do público de crianças com menos de 5 anos.


 Na estrutura da campanha da vacinação, o Ceará terá 20 mil profissionais envolvidos nos 184 municípios. A quantidade de postos fixos e volantes foi planejada para facilitar o acesso a vacina. Serão 1.900 postos fixos e 1.350 volantes. Para informações sobre locais de vacinação ou outras dúvidas, a população pode ligar gratuitamente para o 08002751520, o  serviço de teleatendimento da Secretaria da Saúde do Estado.

Outras vacinas

Nos postos, durante a Campanha da Vacinação contra a Paralisia Infantil, haverá oportunidade para atualizar os cartões de vacinação.  Isso porque, além da pólio, estarão à disposição outras vacinas. Entre elas,  a vacina contra hepatite B, rotavírus, difteria e tétano, pneumocócica 10 valente, menigocócica conjugada C. 

FONTE: Assessoria de Comunicação da Sesa

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Gripe: governo recomenda continuidade de vacinação a municípios que não atingiram meta



A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe termina hoje (10), e o Ministério da Saúde recomenda que os municípios que não atingiram a meta de imunizar 80% do público-alvo continuem com a vacinação. No balanço geral dos estados, apenas Alagoas, Goiás, o Paraná, Santa Catarina e o Rio Grande do Sul cumpriram a meta de imunizar gestantes, pessoas a partir dos 60 anos, mulheres até 45 dias após o parto, indígenas, crianças de 6 meses a menores de 2 anos, profissionais de saúde, além dos doentes crônicos e pessoas privadas de liberdade.
Até a manhã de hoje, 2,6 milhões de pessoas do grupo prioritário ainda não tinham procurado os postos de saúde em todo o país. A vacinação contra a gripe começou no dia 15 de abril e foi prorrogada até hoje. Balanço do Ministério da Saúde mostra que, até as 9h, 28,7 milhões de integrantes do grupo prioritário tinham sido vacinados, o que representa 91,6% da meta do público-alvo de 31,3 milhões de pessoas.
Os estados que atingiram menor cobertura são Roraima (52,23%), Mato Grosso (63,1%), Tocantins (67,52%), Bahia (67,64%), e Roraima (67,87). Estão excluídas desse balanço, as doses aplicadas em doentes crônicos e pessoas privadas de liberdade.
No Ceará, foram aplicadas, até agora, 969.063 doses da vacina (70% do público-alvo). No município de Crateús já foram imunizadas, segundo dados do Ministério da Saúde, 12.360 pessoas, o que corresponde 70,37% da meta total estabelecida: 17.563 doses. O objetivo é imunizar pelo menos 80% do público-alvo, ou seja, 14.050 pessoas.
Veja o resultado da campanha, até agora, no município de Crateús:
População-alvo
No de doses
Crianças
1.116
Trabalhadores de Saúde
 1.338
Gestantes
 446
Puérperas
 101
Indígenas
 1.068
Idosos
 8.291
Total
 12.360
FONTE: Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações

A vacina aplicada na campanha deste ano protege contra os seguintes subtipos de influenza: A (H1N1) ou gripe suína, que se disseminou pelo mundo na pandemia de 2009, A (H3N2) e B.
FONTE: Agência Brasil/PNI

domingo, 14 de abril de 2013

Campanha de vacinação contra gripe pelo país começa nesta segunda






























A campanha nacional de vacinação contra a gripe começa amanhã, segunda-feira (15), com a meta de atingir 32 milhões de pessoas até o dia 26 de abril. Nesse prazo termina o período de vacinação contra a gripe no país, diz o Ministério da Saúde.

A imunização protege contra os três subtipos do vírus influenza que mais circularam no inverno passado: A (H1N1) – conhecido popularmente como gripe suína –, A (H3N2) e B.

Serão distribuídas, neste ano, 43 milhões de doses da vacina para 65 mil postos de saúde, segundo a pasta. Em 2012, 26 milhões de pessoas foram imunizadas, número equivalente a 86,3% do público-alvo. O índice superou a meta prevista, de 80% do público, e foi celebrado pelo ministério.

O objetivo deste ano é de atingir cerca de 80% do público-alvo da ação, que inclui idosos com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a dois anos, gestantes, indígenas, presidiários e profissionais de saúde. Doentes crônicos e mulheres no período até 45 dias depois do parto também devem receber  a vacina.

Com a inclusão de novos grupos na campanha de vacinação, o número de pessoas consideradas público-alvo deve aumentar em 30%, saltando de 30 milhões para 39,2 milhões neste ano, segundo o Ministério da Saúde.

No chamado "Dia D" da campanha – uma mobilização nacional prevista para o dia 20 de abril –,  as Unidades Básicas de Saúde (UBS) de todo o país estarão abertas.

Reduzir internações

O principal objetivo da campanha é ajudar a reduzir as complicações, internações e mortes decorrentes da gripe. A meta é reforçar o atendimento às pessoas com doenças crônicas, independentemente da faixa etária. Isso inclui quem tem problemas cardíacos, pulmonares, transplante de rim, obesidade, deficiência mental e pacientes que usam medicamentos imunossupressores, entre outros. A novidade de 2013 é que os doentes crônicos terão acesso ampliado a todos os postos de saúde, e não apenas aos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (Cries). Para isso, é preciso apresentar apenas a prescrição médica no ato da vacinação.
DOENÇAS CRÔNICAS COM INDICAÇÃO PARA VACINA DA GRIPE
Doença respiratória
asma moderada ou grave (em uso de corticoide), doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), fibrose cística, bronquioectasia, doenças intersticiais do pulmão, displasia broncopulmonar, hipertensão arterial pulmonar e crianças prematuras com doença pulmonar crônica
Doença cardíaca
Hipertensão arterial sistêmica com doença associada (comorbidade), doença cardíaca isquêmica e insuficiência cardíaca
Doença renal
Pacientes em diálise, doença renal nos estágios 3, 4 e 5, e síndrome nefrótica
Doença do fígado
Hepatite crônica, cirrose e obstrução (atresia) biliar
Doença neurológica
acidente vascular cerebral (AVC), paralisia cerebral, esclerose múltipla, doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular,
e deficiência neurológica grave
Diabetes
Tipos 1 e 2 em uso de remédios
Imunossupressão
Baixa imunidade congênita ou adquirida
por doenças ou medicamentos
Obesidade mórbida
Grau 3 (IMC igual ou acima de 40)
Transplantes
De medula óssea e órgãos sólidos

Pacientes já cadastrados em programas de controle de doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos em que estão inscritos. Caso a unidade de saúde que oferece atendimento regular não tenha um posto de vacinação, a pessoa deve solicitar uma prescrição médica.

Os pacientes da rede privada ou conveniada também devem ter prescrição médica e apresentá-la nos postos durante a campanha.

Dúvidas mais comuns sobre a vacina contra gripe:


FONTE: Ministério da Saúde/G1

quarta-feira, 27 de março de 2013

Doentes crônicos e mulheres em puerpério entram para o grupo prioritário de vacinação contra a gripe


Doentes crônicos, mulheres em puerpério, até 45 dias após o parto, crianças de seis meses a dois anos, gestantes, pessoas com 60 anos ou mais, indígenas, pessoas privadas de liberdade e profissionais de saúde fazem parte do grupo prioritário da campanha de vacinação contra a gripe, que vai ocorrer de 15 a 26 de abril.
A meta para 2013 é vacinar 80% deste público prioritário, ou seja, pelo menos 32,3 milhões de pessoas. Esta medida pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade global. “É feita uma avaliação sobre os grupos com maiores riscos de ter complicações advindas da gripe. A partir desta análise, baseada em estudos científicos, os grupos são indicados”, explica a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Carla Domingues.
De acordo com a coordenadora do PNI, quanto mais cedo tomar a vacina, melhor. “É preciso um período de 15 dias para começar a criar anticorpos. Por isto, se a pessoa deixa para tomar a vacina no final da campanha, tem chance de entrar em contato com o vírus”, frisa Carla Domingues. A vacina estará disponível em 34 mil postos em todo o país durante a campanha.
Ela esclarece ainda um mito sobre o uso da vacina. “O principal deles é que a vacina causa a gripe. A vacina é feita com o vírus morto, não é possível causar a doença. Na vacina são incluídos os 3 vírus que mais circularam no ano anterior no hemisfério norte, mas existem outros vírus que não foram incluídos. Ou seja, pode ter a coincidência de adquirir um vírus da gripe diferente, mesmo com menor prevalência de circulação, e associar à vacina”, observa a coordenadora.
Profissionais da Saúde – A coordenadora do PNI lembra que os profissionais da Saúde, presentes no grupo prioritário, devem tomar a vacina por dois principais motivos. “Este é o grupo que tem o maior contato com pessoas que estão doentes, alguns vulneráveis para complicação, e podem ser fonte de transmissão do vírus. Além disso, estes profissionais precisam estar vacinados para garantir que os serviços da saúde continuem funcionando. O principal objetivo é que eles não adoeçam para garantir o funcionamento dos serviços de saúde”, completa a coordenadora.
FONTE: Agência Saúde

terça-feira, 26 de março de 2013

Campanha de vacinação contra a gripe deve imunizar 31,3 milhões de pessoas em abril



O Ministério da Saúde pretende vacinar este ano 31,3 milhões de brasileiros contra a gripe. O número representa 80% de um total de 39,2 milhões de pessoas que integram os chamados grupos prioritários – gestantes, idosos com mais de 60 anos, crianças entre 6 meses e 2 anos, profissionais de saúde, índios, população carcerária e doentes crônicos.
Uma das novidades anunciadas pela pasta é a inclusão de mulheres em puerpério (período de até 45 dias após o parto) nos grupos prioritários para vacinação. Outra mudança vai possibilitar que pessoas com doenças crônicas tenham acesso ampliado à vacina por meio de postos de saúde e não apenas centros de referência. Basta apresentar uma prescrição médica no ato da imunização. 
Categoria (Doenças crônicas)
Indicações para imunização
Doença respiratória crônica
Asma em uso de corticóides inalatório ou sistêmico (moderada ou grave);
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC);
Bronquioectasia;
Fibrose cística;
Doenças intersticiais do pulmão;
Displasia broncopulmonar;
Hipertensão arterial pulmonar;
Crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade.
Doença cardíaca crônica
Doença cardíaca congênita;
Hipertensão arterial sistêmica com comorbidade;
Doença cardíaca isquêmica;
Insuficiência cardíaca.
Doença renal crônica
Doença renal nos estágios 3, 4 e 5;
Síndrome nefrótica;
Paciente em diálise.
Doença hepática crônica
Atresia biliar;
Hepatites crônicas;
Cirrose.
Doença neurológica crônica
Condições em que a função respiratória pode estar comprometida pela doença neurológica;
Considerar as necessidades clínicas individuais dos pacientes, incluindo: AVC, indivíduos com paralisia cerebral, esclerose múltipla e condições similares;
Doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular;
Deficiência neurológica grave.
Diabetes
Dibetes Mellitus tipo I e tipo II em uso de medicamentos.
Imunossupressão
Imunodeficiência congênita ou adquirida;
Imunossupressão por doenças ou medicamentos.
Obesos
Obesidade grau III
Transplantados
Órgãos sólidos;
Medulo óssea.
         Fonte: Ministério da Saúde

A Campanha Nacional de Vacinação começa no dia 15 de abril e segue até o dia 26 do mesmo mês. No dia 20 de abril (sábado), todos os 65 mil postos de saúde do país vão funcionar para um dia de mobilização. Ao todo, 240 mil profissionais de saúde devem participar da ação, além de 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.
Serão distribuídas cerca de 43 milhões de doses que, este ano, protegem contra os seguintes subtipos de influenza: A (H1N1) ou gripe suína, A (H3N2) e B. Além dos R$ 330 milhões gastos com a vacina, o governo federal vai enviar aos estados e municípios R$ 24,7 milhões para apoiar ações de mobilização e preparação de equipes de saúde.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, destacou que a vacina é segura e só é contraindicada para pessoas com alergia severa a ovo. Ele lembrou que, no ano passado, a cobertura entre gestantes, por exemplo, foi baixa em razão da falta de conhecimento sobre a importância da imunização. “Muitas vezes, o obstetra não está familiarizado e não recomenda”, explicou.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reforçou que a dose contém o vírus em sua forma inativa, mas que não há risco de uma pessoa contrair gripe em razão da imunização. O que pode ocorrer, segundo ele, é a pessoa tomar a vacina com o vírus em período de incubação no corpo e apresentar um quadro gripal logo em seguida.
“A vacina contra a influenza é o melhor método que temos para reduzir o risco de casos graves e de internação”, disse Padilha. “É importante que a gente mantenha altas taxas de cobertura vacinal”, completou. 
                                                    Distribuição das doses de vacina por região:
Região
Doses
População alvo
Norte
3.093.100
2.824.719
Nordeste
10.755.620
9.822.444
Sudeste
18.612.160
16.997.381
Sul
7.570.670
6.913.835
Centro-Oeste
2.905.920
2.653.788
Brasil
42.937.470
39.212.168
        Fonte: Ministério da Saúde

De Paula Laboissière - Agência Brasil

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Grávidas serão vacinadas contra coqueluche a partir do segundo semestre deste ano


Mulheres grávidas vão passar a receber a vacina contra a coqueluche a partir do segundo semestre deste ano. A inclusão da DTPa (vacina tríplice acelular que protege contra difteria, tétano e coqueluche) ao calendário de imunização da gestante quer garantir que o bebê já nasça com alguma proteção contra a doença, evitando que a infecção ocorra antes dos 6 meses de idade.
Por meio de nota, o Ministério da Saúde explicou que negocia com dois produtores internacionais a aquisição das doses, com a possibilidade de transferência de tecnologia. Outra estratégia do governo é alertar os profissionais de saúde para que o diagnóstico da coqueluche seja feito de maneira precoce e que o tratamento adequado com antibióticos seja prescrito.
Ainda segundo a pasta, países europeus e os Estados Unidos têm registrado aumento de casos da doença desde 2010 – sobretudo entre crianças menores de 6 meses, que ainda não estão protegidas por completo pela vacina pentavalente.
“Outro ponto a ser considerado é que nem a vacinação nem a infecção conferem imunidade a longo prazo. Infecções em adultos podem acontecer. Por isso, a vacinação da gestante pode também evitar que ela seja a fonte de infecção para o seu filho, no período de vida em que ele ainda não esteja devidamente imunizado”, informou o ministério.
Dados do governo federal indicam que, em 2011, foram registrados 2.258 casos de coqueluche no Brasil. Desse total, 70% foram em menores de 1 ano. Em 2012, o número passou para 4.453 casos (aumento de 97%), sendo que 85% dos registros foram em menores de 6 meses.
Em 2011, 97,8% das crianças foram imunizadas contra a doença. Em 2012, a cobertura vacinal chegou a 88,78% (dados preliminares até novembro). A letalidade pela doença é baixa (2%). Em 2011, foram 56 óbitos. No ano seguinte, 74 mortes foram registradas.

FONTE: Paula Laboissière, da Agência Brasil