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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Serviços de saúde estão entre os mais criticados pela população, revela CNI-Ibope Especial

Brasileiros também consideram que os governos aplicam mal os recursos arrecadados e 91% dizem que os impostos no Brasil são altos ou muito altos.

A população avalia que a maioria dos serviços públicos é de baixa qualidade. Entre os 13 tipos de serviços avaliados, os brasileiros consideram adequados apenas quatro: correios, fornecimento de energia, de água e iluminação pública. Os serviços com a pior avaliação são os de segurança pública, os postos de saúde e hospitais e o transporte público. As informações são da Edição Especial da Pesquisa CNI-Ibope, divulgada nesta quinta-feira (25) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).


De acordo com o levantamento, 87% dos entrevistados consideram muito baixa ou baixa a qualidade dos serviços de segurança pública. Essa também é a avalição dos serviços prestados por postos de saúde e hospitais. A qualidade do transporte público é baixa ou muito baixa para 73% dos entrevistados. Em seguida, com 67% das respostas de qualidade baixa e muita baixa, aparece a educação fundamental e o ensino médio.

"A sociedade tem demandas que o governo não está atendendo", avaliou o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. Segundo ele, as manifestações confirmaram problemas que já haviam sido identificados em edições anteriores da Pesquisa CNI-Ibope. "Há muito tempo, os serviços de saúde, a segurança pública e a educação são mal avaliados pela população", lembrou Fonseca.

Além disso, mais de 50% dos entrevistados consideram muito baixa ou baixa a qualidade do atendimento à população nas repartições públicas, a conservação de ruas e avenidas, as estradas, a limpeza urbana e a educação superior.

TRIBUTOS E APLICAÇÃO DE RECURSOS – Mesmo assim, a população acredita que os governos arrecadam o suficiente para prestar serviços de boa qualidade. Oitenta e sete por cento dos entrevistados concordam totalmente ou em parte com a afirmação de que o governo já arrecada muito e não precisa aumentar mais os impostos para  melhorar os serviços públicos.

"A percepção da população é que o governo tem dinheiro suficiente. Mas não consegue oferecer bons serviços porque a gestão e a distribuição dos recursos são inadequadas", afirmou Fonseca.

Para 83%, considerando o valor dos impostos, a qualidade dos serviços públicos deveriam ser melhores no Brasil. Além disso, 91% da população acha que os impostos pagos no país são altos ou muito altos.

De acordo com a CNI-Ibope Especial, os brasileiros consideram que os recursos públicos são mal aplicados pelos governos. Setenta e quatro por cento da população consideram que os recursos públicos são muito mal ou mal utilizados pela presidente e pelos ministros. “Esse percentual é igual ao referente ao governador e seus secretários”, diz a pesquisa. “No caso dos prefeitos e seus secretários, na média nacional, 70% considera que os recursos são mal ou muito mal utilizados”, completa o levantamento.

Íntegra da pesquisa:


Pesquisa cni ibope especial julho 2013 from José Ripardo

FONTE: Portal da Indústria

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Aprovação do governo Dilma cai de 55% para 31%, diz pesquisa CNI/Ibope

A aprovação do governo da presidenta Dilma Rousseff caiu de junho para julho, segundo pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), apresentada hoje (25). O percentual de entrevistados que avaliam o governo como ótimo ou bom caiu de 55% em junho, para 31% em julho. O grupo de pessoas que responderam ruim ou péssimo subiu de 13% para 31%, e os que consideram regular passou de 32% para 37%.

O levantamento, de julho, foi feito no período em que se intensificaram os protestos no país. Em relação à avaliação pessoal da presidenta, o número de entrevistados que aprovam diminuiu de 71% em junho, para 45% em julho. Os que desaprovam subiu de 25% em junho, para 49% este mês.

Foram feitas 7.686 entrevistas em 434 municípios, sendo que 2 mil entrevistas foram com amostragem nacional e as demais feitas em 11 estados. A margem de erro é 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

FONTE: Agência Brasil

Cid Gomes tem aprovação de 40%

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), é o mais bem avaliado entre os chefes do Executivo de 11 estados analisados pela pesquisa CNI-Ibope, divulgada hoje (25) em Brasília. Campos e seu governo são considerados bons ou ótimos por 58% da população pernambucana.

Cid Gomes, governador do Ceará
O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), assim como seu governo, ficou em segundo lugar entre os mais bem avaliados pela população do estado com 41% dos entrevistados considerando seu desempenho ótimo ou bom. Em terceiro lugar ficou o cearense Cid Gomes (PSB), que teve 40% de aprovação com ótimo ou bom.

Os governadores mais mal avaliados são o do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), que teve 12% da população considerando seu governo ótimo ou bom; o de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), com 21%; e o do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), que teve 25%  de avaliação ótima ou boa para ele e seu governo.

A média nacional de avaliação positiva dos governos estaduais ficou em 42%. Os governos do Rio de Janeiro, Goiás e São Paulo foram os únicos que ficaram abaixo dessa média com 29%, 34% e 40% de aprovação respectivamente.

Os 11 estados que tiveram os governos avaliados pela pesquisa são Pernambuco, Paraná, Ceará, Minas Gerais, Santa Catarina, Espírito Santo, Bahia, São Paulo, Rio Grande do Sul, Goiás e Rio de Janeiro. Eles foram elencados porque atingiram margem de erro inferior a 4% na pesquisa.

FONTE: Agência Brasil

Manifestações nas ruas são aprovadas por 89% dos brasileiros

A maior parte da população brasileira é favorável às manifestações que ocorreram em todo o país a partir de junho. Segundo dados apresentados hoje (25) pela pesquisa CNI-Ibope, 89% das pessoas entrevistadas disseram ser favoráveis aos protestos.
O número pode ser dividido em dois grupos: 50% disseram ser simplesmente a favor e 39% disseram ser a favor, desde que sem violência ou vandalismo. O gerente de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Renato da Fonseca, explicou que o segundo grupo apareceu espontaneamente, e não foi provocado a dar essa resposta.
“Significa que os outros 50% são a favor de quebra-quebra e vandalismo? Não. Apenas uma parte dos entrevistados, que se disseram a favor, decidiram manifestar a ressalva e nós achamos que a percepção deveria ser apresentada”, apontou.
Apesar do expressivo percentual de pessoas favoráveis às manifestações, 84% dos entrevistados não participou dos protestos, nem ninguém do seu domicílio. Apenas 6% disseram ter participado e 6% disseram que alguém da sua casa participou. Em 3% dos casos, o entrevistado disse ter participado junto de mais alguém do seu domicílio.
A avaliação das pessoas sobre as respostas dadas pelos poderes Executivo e Legislativo foi negativa. As medidas tomadas pela presidenta Dilma Rousseff foram totalmente desaprovadas por 31% dos entrevistados. No caso dos governos estaduais e municipais, a desaprovação total foi de 32% e 31% respectivamente.
Apesar da criação de uma agenda positiva para votação de projetos relacionados a saúde, educação, transporte e segurança, a pior avaliação foi do Congresso Nacional com 37% dos entrevistados dizendo que desaprovam totalmente as medidas tomadas pelo Senado e 39% fazendo avaliação das medidas tomadas pela Câmara dos Deputados.
Quando questionados sobre o principal motivo que os faria participar de novas manifestações, 43% dos entrevistados disseram que iriam às ruas por mais investimentos em saúde. O combate à corrupção e a falta de segurança foram apontados por 35% e 20% dos entrevistados respectivamente. A redução da inflação e melhorias nos serviços públicos em geral seriam fatores de motivação para 16% e 14% dos entrevistados na pesquisa.
A Pesquisa CNI-Ibope foi realizada entre os dias 9 e 12 de julho com eleitores a partir dos 16 anos e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Foram feitas 2 mil entrevistas com amostragem nacional e mais 5.686 em 11 estados.
FONTE: Agência Brasil