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quinta-feira, 12 de março de 2015

Crateús em alerta contra a dengue e chikungunya

Existe risco elevado de epidemia de dengue em Crateús. De acordo com informações da Secretaria de Saúde do município, o índice de infestação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença, alcançou níveis considerados alarmantes. E há outra ameaça à saúde dos crateuenses: a febre chikungunya, também transmitida pelo Aedes aegypti, causa dores articulares consideradas excruciantes, que podem perdurar por anos após a infecção. E o pior: uma mesma pessoa pode ser acometida pelas duas enfermidades ao mesmo tempo! Para evitar epidemias de dengue e chikungunya, a destruição dos criadouros do mosquito transmissor é imprescindível, o que só é possível se houver engajamento de todos nós.

De acordo com o Levantamento de Índices Rápido para Aedes aegypti (LIRAa), concluído na última semana em Crateús, o índice de infestação do mosquito no município é de 6,7%. Segundo o Ministério da Saúde, o índice utilizado no LIRAa leva em consideração a percentagem de casas visitadas com larvas do mosquito. Os municípios classificados como de risco apresentam larvas do mosquito em mais de 3,9% dos imóveis pesquisados. Crateús, portanto, está em situação de risco para a ocorrência de epidemias. Em comparação ao último levantamento, realizado em janeiro, o aumento foi de mais de 1000%.


A causa dessa elevação tão expressiva no índice de infestação do Aedes aegypti em Crateús é o desabastecimento hídrico. A falta d'água fomentou a população a armazenar grandes volumes do líquido, comumente acondicionado de forma inadequada em vasilhames não vedados, propiciando o ambiente favorável à proliferação do mosquito.

Diante do risco de epidemia, a população crateuense precisa estar alerta para os sinais e sintomas da dengue e engajar-se no combate aos criadouros do mosquito transmissor, localizados, em sua maioria, no ambiente doméstico.

Nos adultos, a primeira manifestação da doença é a febre alta (39º a 40º), de início repentino, associada à dor de cabeça, prostração, dores musculares, nas juntas, atrás dos olhos, vermelhidão no corpo (exantema) e coceira. Num período de 3 a 7 dias, a temperatura começa a cair e os sintomas geralmente regridem, mas pode persistir um quadro de prostração e fraqueza durante algumas semanas.

Nas crianças, o sintoma inicial também é a febre alta acompanhada de apatia, sonolência, recusa da alimentação, vômitos e diarreia. O exantema pode estar presente ou não.

Em sua forma mais grave (hemorrágica), a dengue pode matar. Pacientes com dengue, ou com suspeita da doença, portanto, necessitam de assistência médica. Sob nenhum pretexto, devem recorrer à automedicação, pois jamais podem usar antitérmicos que contenham ácido acetilsalecílico (AAS, Aspirina, Melhoral, etc.), nem anti-inflamatórios (Voltaren, diclofenaco de sódio, ibuprofeno, Scaflan), que interferem no processo de coagulação do sangue. Por isso, é importante procurar imediatamente um serviço de saúde.

Além da dengue, há um outro motivo para a população crateuense declarar guerra ao Aedes aegypti: a febre chikungunya, cujo vírus causador também é transmitido pelo mosquito.

Nos últimos anos, inúmeros casos de chikungunya (chicungunha, aportuguesando) foram registrados em países da Ásia e da Europa. No Brasil, casos de chicungunha já foram registrados no estados do Amapá, Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Roraima.

A febre chicungunha é muito parecida com a dengue, mas não apresenta forma hemorrágicaNa fase aguda, a febre é alta, aparece de repente e vem acompanhada de dor de cabeça, mialgia (dor muscular), exantema (erupção na pele), conjuntivite e dor nas articulações (poliartrite). Esse, aliás, é o sintoma mais característico da enfermidade: dor muito forte nas articulações, tão intensa que chega a impedir os movimentos e pode perdurar por meses depois que a febre vai embora.


Para piorar ainda mais a situação, um mesmo mosquito pode portar os vírus causadores de ambas as doenças e uma mesma pessoa pode ser acometida pelas duas enfermidades concomitantemente, motivo pelo qual os cuidados para evitar a proliferação do Aedes aegypti devem ser redobrados. O momento é de preocupação e a população crateuense precisa estar alerta contra a dengue e chicungunha. Combatê-las é responsabilidade de todos nós.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Casos de dengue no país caem 80% no primeiro bimestre

Os casos de dengue registrados no Brasil nos dois primeiros meses deste ano caíram 80% em relação ao mesmo período do ano passado. Ao todo, foram notificados 87 mil casos entre janeiro e fevereiro de 2014, contra 427 mil nos dois primeiros meses de 2013.

Os dados fazem parte do Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (Liraa), divulgado hoje (18) pelo Ministério da Saúde. Este ano, 1.459 municípios participaram do levantamento – 48% a mais do que na edição de 2013.

De acordo com o ministério, a queda também foi observada em relação às ocorrências graves da doença (84%) e em relação às mortes (95%).

Todas as regiões do país reduziram o número de casos de dengue no primeiro bimestre de 2014. A Região Sudeste obteve a maior redução, passando de 323,5 mil casos em 2013 para 36,9 mil. Em segundo lugar, está o Centro-Oeste, que passou de 122,8 mil para 28,2 mil. O Nordeste registrou queda de 29,6 mil para 7,9 mil; o  Norte passou de 22,3 mil para 6,9 mil e o Sul, de 20,3 mil para 6,9 mil casos.

Apesar da redução, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, ressaltou que é preciso que a população permaneça alerta. “[Os resultados] não nos permitem comemoração”, disse, “Estamos no meio da temporada, apenas finalizando o verão”, completou. Noventa por cento dos casos de dengue registrados no país todos os anos entre janeiro e maio.















FONTE: Agência Brasil

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

DENGUE: a novela de mau gosto que reaparece todos os anos

 Moacir de Sousa Soares
A dengue é considerada como uma das principais viroses urbanas que está afligindo o mundo, dado a sua forte abrangência geográfica. Segundo o Ministério da Saúde dos cinco continentes, os sorotipos circulam em quatro. Também estima que em média de 80 milhões de pessoas são infectadas anualmente e mais de 500 mil casos na forma hemorrágica com aproximadamente 19 mil óbitos. A dengue é uma doença que  produz um intenso sofrimento humano, além do risco de óbito quando manifestada na sua forma mais grave, os casos hemorrágicos. Essa virose tem se transformado numa novela de mau gosto que parece não ter fim; a cada inicio do ano recrudesce e sempre em tom de ameaça.
Balanço recente divulgado pelo Ministério da Saúde, apontando que em 2013 no foram notificados 1.476.917 casos suspeitos da doença em todo o Brasil. Representando um aumento de 54,6% em relação a 2010. Valendo ressaltar que Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Goiás concentram 68% das notificações. Os números atestam a preocupação, pois no ano passado 6.566 foram notificados como casos graves de dengue com 573 óbitos e 57.452 internações.
A origem do AEDES AEGYPTI, vetor da dengue, é africana. E, quem contamina é a fêmea, com hábitos diurnos para picar; por precisar de sangue para completar o processo de amadurecimento de seus ovos, que logo se transformam em larvas e posteriormente em mosquito que vive em média 45 dias. Nesse período de sobrevida, pode fazer até três posturas de 350 ovos aproximadamente, que resistem até 450 dias caso não tenham contato com água para eclodir.
Por não ter sintomas específicos, a DENGUE é uma doença fingida e podendo ser confundida com várias outras viroses, como: Gripe, Sarampo, Rubéola, Leptospirose, entre outras que provocam quadro clínico com sintomas semelhantes ao da dengue, que são: Febre Alta, Prostração Intensa, Dores de Cabeça, Mialgias (dores musculares), Calafrios, Dores Retro Orbitarias (dores nos olhos), Rigidez Articular, Exantemas, Náuseas, Vômitos, Anorexia (depois dos dois pontos tudo minúsculo) e Manifestações Hemorrágicas. Vale ressaltar que nem todas as pessoas acometidas da doença venham a sentir esses sintomas, razão maior para que ao senti-los qualquer um deles, procurar os serviços de saúde e, através de um exame laboratorial, precisar o diagnóstico.
 Há dois tipos de notificação: A Clínica Epidemiológica e a Positividade Sorológica. Na confirmação virológica, o exame deve ser realizado do 1º ao 5º dia, já a sorologia, entre o 8º ao 15º dia depois de manifestados os primeiros sintomas no paciente. Como são quatro os sorotipos da dengue, qualquer pessoa pode ter mais de uma vez a doença, pois se desenvolve imunidade permanente somente para aquele tipo de vírus que se contraiu e a imunidade cruzada é apenas por curto prazo. E, é nessa repetição da doença que aumenta a probabilidade de quadros hemorrágicos.
Números recentes mostram que no Brasil existem circulando todos os quatros tipos de vírus da dengue. Vale ressaltar que o aparecimento do sorotipo 4, significa um alerta para o aumento dos casos de dengue hemorrágica com elevado risco, notadamente para a população mais susceptível: idosos, cardíacos, portadores de diabetes e hipertensão e crianças. Muito embora todos os sorotipos possam evoluir para situação grave e fatal. Não há um tratamento específico para a dengue. As formas comuns das terapias curativas consistem em hidratação oral (água, sucos naturais, chás etc), o paciente precisa evitar fazer uso de SALICIILATOS (ASS), ter absoluto repouso, fazer uso da dipirona ou paracetamol como analgésicos e antitérmicos recomendáveis. Já para os casos hemorrágicos, o tratamento é bem mais complexo, como: "corrigir o distúrbio de coagulação, transfusão de sangue fresco ou concentrado plaquetário, combater a acidose", entre outras condutas médico-hospitalares como descritos nos Protocolos Clinico do MS/SESA.
O Combate ao mosquito transmissor demanda intensa vigilância epidemiológica, por isso requer tanta atenção o índice larvário identificado em cada área. A *O.M.S. considera sem riscos de transmissibilidade quando esse índice de infestação esta menos de 1%, acima disso carece de um conjunto de ações intersetoriais e participação da sociedade para evitar surto e ou epidemias da doença. As ações indispensáveis são muitas como: limpeza urbana, saneamento básico, abastecimento d’água, bom serviço de vigilância em saúde, educação em saúde dentre outros cuidados que evitem a reprodução do mosquito.
Enfrentar a dengue nesse período de escassez d'agua é uma dura tarefa, devido a facilidade com que o mosquito encontra para se reproduzir, devido ao excessivo número de pequenos reservatórios com água nos domicílios. Acabar com a dengue é impossível enquanto não for descoberta uma vacina. E por falar em vacina, somos crédulos que não tardará sua descoberta. Já se tem notícias que testes em humanos iniciaram nos EUA que foi a primeira fase do teste. A próxima fase acontece no Brasil com voluntários que nunca tiveram dengue escolhidos pelo Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. A terceira fase com indivíduos de outras regiões do Brasil que já podem ter tido contato com o vírus segundo agência USP.   Mas enquanto não dispomos desse imunoprevinível é quase impossível devido às condições de urbanização desordenada e os aspectos socioeconômicos e ambientais do "mundo moderno" que favorecem a rápida proliferação do mosquito.
As sociedades convivem com problemas de: acelerado processo de urbanização desordenada, deficiências no abastecimento d'água, aquecimento global, precárias condições de vida, lixo a céu aberto, pouca educação em saúde e, além disso, há o agravamento da situação epidemiológica, com a vulnerabilidade de novas epidemias pelo conjunto de sorotipos circulante. Somam-se a isso, a ineficiência dos tradicionais métodos de controle e combate ao mosquito, à descontinuidade das ações e aos parcos recursos dos Governos para enfrentar a magnitude do problema.   

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Estudo definirá público para vacina contra a dengue

O Ministério da Saúde está financiando um estudo que tem como finalidade indicar as áreas e os públicos prioritários a serem imunizados contra a dengue. O estudo integra as medidas preparatórias para a introdução da vacina contra a doença no Brasil e conta com recursos de R$ 5,3 milhões.
Um grupo de trabalho, formado por técnicos do Ministério da Saúde, Anvisa e especialistas de diversas universidades - como Escola Paulista de Medicina e Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) - irá elaborar um plano para subsidiar o Ministério da Saúde na definição das áreas e grupos etários para receber a vacina.
O estudo é dividido em três partes, um inquérito soroepidemiológico, um de morbimortalidade e outro de imunidade celular. O inquérito soroepidemiológico será realizado em 63 cidades representativas das cinco regiões do país. O objetivo do inquérito é determinar o grau de imunidade da população à infecção pelo vírus da dengue. Serão coletadas cerca de mil amostras de sangue por cidade, na faixa etária de 1 a 20 anos. As amostras das outras faixas etárias serão obtidas na Pesquisa Nacional de Saúde (PNS).
O trabalho de morbimortalidade consiste em uma ampla revisão dos artigos e informações científicas sobre dengue no Brasil publicadas em periódicos nacionais e internacionais. A meta é coletar informações epidemiológicas para caracterizar a ocorrência, o perfil da transmissão de dengue no país, reunindo informações adicionais sobre grupos etários vulneráveis, taxas de letalidade e sorotipos circulantes.
Já a pesquisa de imunidade celular será realizada em pessoas infectadas pelos sorotipos DENV 1, 2, 3 e 4. O objetivo é avaliar a resposta imunológica desses pacientes e o desenvolvimento dos casos graves da doença. Os trabalhos subsidiarão a elaboração de modelos matemáticos que servirão como ferramenta para apoiar o Ministério da Saúde na definição do público que receberá a vacina contra a dengue. Todo o estudo deve estar concluído em dois anos.
Testes - A vacina brasileira contra a dengue, que já está em fase de testes em humanos, é desenvolvida pelo Instituto Butantan, com o apoio do Ministério da Saúde. A expectativa é que o imunobiológico seja administrado em uma única dose e combata os quatro sorotipos da doença (1, 2, 3 e 4) já identificados no mundo. A técnica utiliza o chamado vírus atenuado, isto é, o próprio vírus da dengue modificado, de maneira que produz anticorpos na população, mas não desenvolve a doença. A pesquisa pelo Instituto Butantan iniciou em 2006.
No mundo estão sendo testadas sete vacinas. No Brasil, além do Butantan, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também está pesquisando uma nova vacina contra a dengue com apoio do Ministério da Saúde. Os estudos são realizados desde 2009, em parceria com o laboratório privado GSK. A previsão é que a vacina seja concluída no prazo de cinco anos.
Investimentos - O Ministério da Saúde tem investido fortemente em políticas para o controle da dengue. Com o objetivo de intensificar as ações de vigilância e prevenção à doença, o Ministério está dobrando o volume de recursos adicionais. Ao todo, serão repassados a estados e municípios R$ 363,4 milhões.
O recurso extra representa um acréscimo 110% em relação ao que foi transferido em 2012. No ano passado, foram repassados R$ 173,3 milhões. Em contrapartida, os municípios precisam cumprir metas como assegurar a quantidade adequada de agentes de controle de endemias, garantir a cobertura das visitas domiciliares pelos agentes e realizar o LIRAa.
Além desse valor adicional, os estados e municípios recebem anualmente recurso do Piso Fixo de Vigilância em Saúde, destinado a ações de prevenção não apenas à dengue como também a outras doenças, como malária, hanseníase, entre outras. Em 2013, o montante total do piso foi de R$ 1,2 bilhão.
Cuidados - Aos primeiros sintomas da dengue (febre, dor de cabeça, dores nas articulações e no fundo dos olhos), a recomendação do Ministério da Saúde é procurar o serviço de saúde mais próximo e não se automedicar. Quem usa remédio por conta própria pode mascarar sintomas e, com isso, dificultar o diagnóstico.
Para diminuir a proliferação do mosquito, é importante que a população verifique o adequado armazenamento de água, o acondicionamento do lixo e a eliminação de todos os recipientes sem uso que possam acumular água e virar criadouros do mosquito. Além disso, é essencial cobrar o mesmo cuidado do gestor local com os ambientes públicos, como o recolhimento regular de lixo nas vias, a limpeza de terrenos baldios, praças, cemitérios e borracharias.
FONTE: Agência Saúde

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Mapa da dengue: Crateús em situação de alerta

Os dados foram divulgados, nesta terça-feira (19), pelo Ministério da Saúde. Segundo o estudo, o município de Crateús tem índice de infestação predial (IIP) de 3,6%, caracterizando situação de alerta. Os dados são do Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa), que mostram ainda que em três municípios cearenses a situação é de risco: Baturité, Canindé e Tauá apresentam mais de 4% dos domicílios com larvas do mosquito.
Ao todo, foram analisadas 19 cidades no Ceará. Em 11 delas, os mosquitos foram encontrados em 1% a 3,9% dos imóveis, evidenciando situação de alerta. Além da Capital e Crateús, as cidades que estão em alerta são: Acaraú, Cascavel, Horizonte, Limoeiro do Norte, Maranguape, Pacajus, Pacatuba, Parambu e Tianguá.
Os números ainda apontam que 5 municípios cearenses estão em nível satisfatório, pois possuem menos de 1% dos imóveis com presença do mosquito Aedes aegypti. São eles: Aquiraz, Crato, Eusébio, Maracanaú, Morada Nova.

A pesquisa foi realizada entre 1º outubro e 8 de novembro deste ano e avaliou 1.315 cidades em todo o Brasil. O objetivo do estudo é identificar onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito transmissor da doença.
FONTE: Agência Saúde

domingo, 18 de agosto de 2013

Brasil vai testar vacina contra dengue em humanos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o Instituto Butantan a fazer testes da vacina contra a dengue em seres humanos. O teste terá a duração de cinco anos e será feito em 300 voluntários. Segundo o Ministério da Saúde, a autorização dada pela Anvisa é para a fase dois do estudo e visa a analisar efetivamente a eficácia e segurança da vacina tetravalente e que pretende prevenir a população contra os quatro tipos da doença (1, 2, 3 e 4).
Os testes em pessoas serão feitos no Instituto Central (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo-USP); no Instituto da Criança (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP) e no Hospital das Clínicas (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP). O ministério está investindo R$ 200 milhões na pesquisa da vacina contra a dengue e projetos de outros produtos biológicos.
A pesquisa da nova vacina foi iniciada em 2006 pelo Instituto Butantan. Se for aprovada em todas as etapas da pesquisa clínica, poderá ser vendida e distribuída à população. A perspectiva do governo, em caso de sucesso em todas as etapas, é atender a demanda global e também exportar a vacina contra a dengue.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, avalia que a autorização para os testes é um grande passo para o enfrentamento da doença e faz parte dos esforços do governo para proteger a população contra a dengue.
O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também está pesquisando uma vacina contra a dengue com apoio do Ministério da Saúde. Os estudos começaram em 2009, em parceria com o laboratório privado GSK.
FONTE: Agência Brasil

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Crateús já registra mais de 900 casos de dengue em 2013

De acordo com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) repassadas pelo Núcleo de Vigilância Epidemiológica (NUVEP) do município de Crateús, desde o dia 1º janeiro, já foram notificados 933 casos suspeitos de dengue no município. Deste total, 338 foram confirmados; 141 casos foram descartados e outros 454 ainda estão sob investigação.

Segundo o Ministério da Saúde, considera-se caso suspeito de dengue todo paciente que apresente doença febril aguda, com duração máxima de sete dias, acompanhada de pelo menos dois dos sinais ou sintomas como cefaleia (dor de cabeça), dor retro-orbitária (dor atrás dos olhos), mialgia (dores musculares), artralgia (dor nas articulações), prostração ou exantema (manchas vermelhas na pele), associados ou não à presença de sangramentos ou hemorragias, tendo estado nos últimos 15 dias em área com transmissão de dengue ou que tenha a presença do Aedes aegyti.

Ouça a notícia:

Em caso de suspeita de dengue, deve-se procurar imediatamente um serviço de saúde. A identificação precoce dos casos de dengue é de importância crucial para o controle das epidemias. O vírus da dengue causa um espectro variado de doenças que inclui desde formas inaparentes ou subclínicas, até quadros de hemorragia que podem levar ao choque e ao óbito.

Em adultos, a primeira manifestação é a febre, geralmente alta (39° a 40°), de início abrupto, associada à dor de cabeça, prostração, dores musculares, nas juntas, atrás dos olhos e exantema (vermelhidão no corpo), que pode ser acompanhado de prurido (coceira).

Num período de 3 a 7 dias, a temperatura começa a cair e os sintomas geralmente regridem, mas pode persistir um quadro de astenia (fraqueza) durante algumas semanas. 

Nas crianças, geralmente se inicia com febre alta acompanhada de sintomas inespecíficos: apatia, sonolência, recusa da alimentação, vômitos e diarreia. O exantema pode estar presente ou não. Nos menores de 2 anos, as dores podem manifestar-se por choro intermitente, irritabilidade, apatia e recusa de líquidos, o que pode agravar a desidratação.

Atenção: é exatamente no final do período febril que eventualmente surgem manifestações hemorrágicas: sangramento nasal, gengival, vaginal, rompimento dos vasos superficiais da pele (petéquias e hematomas), além de outros. Em casos mais raros, podem ocorrer sangramentos profusos no aparelho digestivo e nas vias urinárias. Nas crianças, também as formas graves se manifestam depois do terceiro dia, quando a febre começa a ceder. Nos menores de 5 anos, o início da doença pode passar despercebido, e o quadro grave instalar-se como primeira manifestação reconhecível.

Os seguintes sinais de alerta indicam a possibilidade de quadros graves:
* Dores abdominais fortes e contínuas;
*Vômitos persistentes;
* Tonturas ao levantar (hipotensão postural);
* Diferença entre as pressões máxima e mínima menor do que 2 cm Hg (por exemplo: 9 por 7,5 ou 10 por 8,5);
* Fígado e baço dolorosos;Vômitos hemorrágicos ou presença de sangue nas fezes;
* Extremidades das mãos e dos pés frias e azuladas;
* Pulso rápido e fino;
* Agitação e/ou letargia;
* Diminuição do volume urinário;
* Diminuição súbita da temperatura do corpo;
* Desconforto respiratório.
A dengue é uma doença dinâmica que pode evoluir rapidamente de uma forma para outra. Assim, num quadro de dengue clássica, em dois ou três dias podem surgir sangramentos e sinais de alerta sugestivos de maior gravidade.
Por essa razão, o Ministério da Saúde recomenda que os pacientes ambulatoriais retornem ao Posto de Atendimento para reavaliação.

Dicas para evitar a proliferação do mosquito da dengue

terça-feira, 30 de abril de 2013

Dengue recua, mas prevenção deve ser mantida todo o ano, diz MS


Nas três primeiras semanas de abril, os casos de dengue começaram a diminuir em todas as regiões do país em comparação com o mesmo período do mês de março. Neste ano, o pico da transmissão da dengue ocorreu na primeira semana de março, quando foram registrados 84.122 casos da doença. A partir deste período, houve uma redução progressiva da doença, com o registro de 35.351 casos na segunda semana de abril, o que representa uma redução de 58%. Essa tendência é observada em todas as regiões que tiveram transmissão intensa da dengue durante o ano. No Centro-Oeste, que tem a sazonalidade antecipada, o pico da transmissão ocorreu antes, na última semana de janeiro. Os dados constam no boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, atualizado até o dia 20 de abril.
“Neste ano tivemos uma intensa transmissão da dengue, principalmente no Sudeste e Centro-Oeste. Em todo o país, foi registrado um aumento aumento de 189% em relação ao ano passado”, explica o Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. Ele ressalta que as causas deste aumento são diversas, desde a circulação de um novo subtipo do vírus – o DENV 4 – como a paralisação das ações de combate ao mosquito depois das eleições, em alguns municípios. “Estas condições favoreceram uma forte transmissão da dengue desde o final de 2012”, observou.
Apesar da tendência de queda em todo o país, o Ministério da Saúde alerta que o combate à dengue deve ter ações permanentes em todos os municípios. “Não podemos relaxar no combate ao mosquito. A prevenção precisa ser mantida durante todo o ano” , recomendou o secretário. Segundo ele, é importante que a população continue verificando o adequado armazenamento de água, o acondicionamento do lixo e a eliminação de todos os recipientes sem uso que possam acumular água e virar criadouros do mosquito. Além disso, é essencial cobrar o mesmo cuidado do gestor local com os ambientes públicos, como o recolhimento regular de lixo nas vias, a limpeza de terrenos baldios, praças, cemitérios e borracharias.
Aos primeiros sintomas da dengue (febre, dor de cabeça, dores nas articulações e no fundo dos olhos), a recomendação é que a pessoa procure o serviço de saúde mais próximo. É fundamental não tomar remédio por conta própria – pois isso pode mascarar sintomas e dificultar o diagnóstico – devendo ainda estar alerta para sinais de agravamento, como vômitos e dores abdominais.

Fonte: Kattiúscia Alves / Agência Saúde

domingo, 28 de abril de 2013

População subestima a gravidade da dengue, avaliam gestores de saúde


Quase 30 anos depois de a dengue ter se instalado no Brasil e apesar de todo o conhecimento sobre o ciclo do mosquito transmissor – o Aedes aegypti –, a doença ainda é um problema de saúde pública. Até meados de março já foram registradas 132 mortes e mais de 714 mil casos da doença em todo o país. Em 2012, no mesmo período, as notificações chegaram a 190 mil.
Para os gestores da saúde, a população subestima a gravidade da doença. “Não tem quem não saiba o que é e o que deve fazer para prevenir. Mas as pessoas ainda estão subestimando o poder dessa doença, ela mata", alertou Gilsa Rodrigues, coordenadora da vigilância epidemiológica da Secretaria de Saúde do Espírito Santo, estado que registrou a maior incidência da doença na Região Sudeste, com 1.171 casos até o fim de março.
“Aqui no Espírito Santo, mais de 70% dos focos são encontrados nos domicílios, um dado que nos faz refletir sobre a responsabilidade do cidadão. A secretaria tem orientado as famílias a fixarem um dia na semana para inspecionar o quintal e a laje, verificar se a caixa d'áqua está coberta, eliminar todas as possibilidades de o mosquito depositar os ovos”, explicou Gilsa.
Segundo a pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz, Denise Valle, um modelo de combate à doença que deve ser seguido é o adotado em Singapura, no Sudeste Asiático.
"Singapura conseguiu praticamente zerar a epidemia de dengue basicamente com uma campanha de mobilização, estimulando as pessoas a eliminar os criadouros uma vez por semana. Cerca de 16 mil voluntários [para uma população de cerca de 5 milhões de pessoas], durante seis finais de semana seguidos, ficaram estimulando e orientando a sociedade a eliminar todos os criadouros. Eles conseguiram eliminar a epidemia no pico, o que é muito difícil”, conta a pesquisadora.
Baseado nisso, o Instituto Oswaldo Cruz lançou a campanha 10 Minutos contra a Dengue, para que as pessoas façam a limpeza dos principais criadouros do mosquito em suas casas. O instituto ainda lançou vídeos explicativos pra informar a população sobre o ciclo da doença e como evitá-la.

Material da Campanha 10 Minutos contra a Dengue:

Para Maria Aparecida Araújo, diretora da Vigilância Epidemiológica da Bahia, não dá pra responsabilizar só um setor pelas epidemias de dengue. “Muitas vezes, os agentes não têm acesso às casas, o município não tem coleta de lixo adequada, não tem água encanada, o que leva a um armazenamento de água algumas vezes perigoso."
O superintendente de Vigilância em Saúde do Paraná, Sezifredo Paz, constatou que todas as cidades que tiveram epidemia no estado tinham problemas com o manejo inadequado de resíduos sólidos e dos materiais recicláveis, como copos plásticos e garrafas PET. Segundo ele, a troca de gestão também contribuiu para agravar a situação. “Constatamos que 70% dos municípios do Paraná onde houve epidemia tiveram mudança de prefeito. O prefeito que assumiu em janeiro já encontrou um quadro ruim."
Para Simone Mendes, coordenadora de Dengue e Febre Amarela do Tocantins, a mudança de comportamento é lenta. “Ainda há muita coisa a ser feita para que as pessoas se conscientizem. Temos que continuar fazendo mobilizações. Informação tem que ter o tempo todo."
Em dezembro de 2012, o Ministério da Saúde anunciou o repasse de R$ 173,3 milhões para ações de qualificação das atividades de prevenção e controle da dengue. Em 2011, foram R$ 92,8 milhões. O ministério também orienta os agentes de saúde a visitarem as residências a cada dois meses para checar se há focos do mosquito e para alertar a população sobre os riscos da doença.
FONTE: Agência Brasil

sábado, 20 de abril de 2013

Dengue: governo quer evitar crescimento da doença em 2014


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou hoje (20) que planeja uma reunião com os estados que registraram aumento dos casos de dengue este ano, como Minas Gerais, São Paulo e Goiás. O objetivo é conter o avanço da doença no país em 2014.
“Vamos fazer uma avaliação profunda do que ocorreu: se tem a ver com a transição dos governos municipais, se teve desmobilização das equipes para evitar um crescimento de dengue no próximo ano”, disse. Segundo Padilha, o encontro deve ocorrer após o mês de maio, período de maior transmissão da doença.
De acordo com levantamento do Ministério da Saúde divulgado no dia 10 deste mês, a média nacional de casos de dengue é 368,2 em cada grupo de 100 mil habitantes. No ano passado, essa média era 98,1. Até a 13ª semana de 2013, foram 714.226 notificações, número superior a 2012, quando 190.294 casos foram notificados.
Padilha destacou que, até o mês de maio, o país permanece em alerta contra a dengue, principalmente em relação aos idosos. “Neste momento, tem que agir prioritariamente para reduzir os casos de óbito e casos graves. A epidemia de dengue tem uma característica de as pessoas com mais de 60 anos de idade terem 13 vezes maior o risco de evoluir para caso grave ou óbito.”
O ministro deu as declarações enquanto participava pela manhã, na capital paulista, da abertura da ação de mobilização para a vacinação contra a gripe, que começou hoje em todo o país. Neste sábado, ocorre o Dia D de Mobilização, com 65 mil postos do país abertos das 8h às 17h. A campanha vai até o dia 26 em todo o país.
Poderão receber a vacina idosos, profissionais de saúde, crianças entre 6 meses e 2 anos, gestantes, indígenas, mulheres até 45 dias após o parto (puerpério), pessoas privadas de liberdade e doentes crônicos.
FONTE: Agência Brasil

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Ministério cobra de prefeitos programas permanentes de combate à dengue


O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, cobrou hoje (17) de prefeitos a implantação de programas permanentes de combate à dengue. Segundo ele, a pasta registrou relatos de gestores que assumiram municípios em janeiro deste ano sobre lixo acumulado nas ruas, ausência de equipes do Programa Saúde na Família e de agentes de controle de endemia.
"O ministério fez um repasse adicional [de cerca de R$ 180 milhões], além do repasse regular de janeiro a dezembro, para que as prefeituras mantenham programas permanentes de combate à dengue, não só durante o verão", disse. “Além disso, fizemos uma revisão dos planos de contingência chamando a atenção para que prefeitos, principalmente os que perderam a eleição, não deixassem as cidades abandonadas”, completou.
Segundo o secretário, apesar do aumento de casos de dengue registrado nos primeiros três meses de 2013, as mortes provocadas pela doença no país caíram mais de 60% desde 2011, graças a medidas consideradas simples e eficazes para a prevenção e o diagnóstico da doença.
“80% dos focos de mosquito estão dentro das casas, nas caixas d'água mal tampadas, com tampa rachada ou não tampadas; em reservatórios; em calhas entupidas com folhas; em pratos de vasos de planta; em garrafas deixadas no quintal. Se cada família gastar dez minutos por semana avaliando sua própria casa, a gente já reduzirá muito os focos do mosquito”, destacou.

FONTE: Paula Laboissière, da Agência Brasil

domingo, 14 de abril de 2013

Dengue: Idosos apresentam 12 vezes mais risco de morrer


Do total de óbitos neste ano, 42% foram de pessoas acima de 60 anos. Idosos devem procurar os serviços de saúde nos primeiros sintomas da doença

Pessoas com idade acima de 60 anos têm 12 vezes mais risco de morrer por dengue do que as de outras faixas etárias. Do total de óbitos registrados nos primeiros três meses deste ano (132), 42% foram de integrantes deste grupo, segundo levantamento do Ministério da Saúde.  Devido a esta vulnerabilidade, o Ministério da Saúde alerta aos idosos a procurarem os serviços de saúde assim que surgirem os primeiros sinais da doença.
“As causas desta condição de risco não estão completamente esclarecidas, mas podem estar relacionadas com a maior prevalência, nesta faixa etária, de doenças crônicas, como cardíacas, diabetes, entre outras”, observa o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa.
Os sintomas mais comuns da dengue são febre, dor de cabeça - algumas vezes mais localizada no fundo dos olhos - e dores nas articulações. “Se a pessoa com a doença apresentar dores abdominais e vômitos persistentes, deve buscar imediatamente um serviço de saúde porque estes são sinais de agravamento. Também é fundamental não tomar remédio que tenha em sua composição o Ácido Acetil Salicílico (AAS, aspirina e outros) e se hidratar com água, sucos e água de coco”, aconselha Jarbas Barbosa.

FONTE: Valéria Amaral, da Agência Saúde

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Onze estados concentram 74% dos casos notificados de dengue no país


Balanço divulgado hoje (10) pelo Ministério da Saúde revela que 11 estados brasileiros concentram 74,5% dos casos de dengue notificados nos primeiros três meses deste ano: 532.107 de um total de 714.226 casos considerados suspeitos.
De 1º de janeiro a 30 de março (nas 13 primeiras semanas do ano), Rondônia, o Acre, o Amazonas, o Tocantins, Minas Gerais, o Espírito Santo, o Rio de Janeiro, o Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás registraram índices que vão de 304,9 a 3.105 casos da doença por 100 mil habitantes.
O governo federal trabalha com três níveis de incidência de dengue: baixa (até 100 casos por 100 mil habitantes), média (de 101 a 300 casos) e alta (acima de 300). A média nacional é 368,2 casos por 100 mil habitantes.
No ano passado, de janeiro a março, foram registradas 190.294 notificações. Em 2011, os casos notificados foram 344.715 e, em 2010, 501.806.
A pasta ressaltou que, embora o país contabilize aumento nos casos suspeitos, foi registrada uma redução de 5% dos casos graves em relação ao mesmo período de 2012. No ano passado, ocorreram 1.488 casos graves e, neste ano, foram confirmados 1.417. Já em relação ao mesmo período de 2011 (5.361), houve redução de 74% e, em comparação com 2010 (7.804), de 82%.
Em relação às mortes, foram confirmadas 132 entre 1º de janeiro a 30 de março deste ano. Em 2012, foram 117 óbitos; em 2011, 236 ; e, em 2010, 306.

 
Até a 13ª semana do ano
Incidência (por 100 mil habitantes)
2012
2013
2012
2013
Norte
20.635
42.605
126,2
260,6
Rondônia
1.040
8.571
65,4
539,1
Acre
1.097
5.148
144,6
678,5
Amazonas
2.583
10.950
71,9
304,9
Roraima
520
421
110,8
89,7
Pará
9.143
7.357
116,9
94,1
Amapá
127
500
18,2
71,6
Tocantins
6.125
9.658
432
681,2
Nordeste
67.622
47.255
125,4
87,7
Maranhão
2.641
1.220
39,3
18,2
Pia
2.792
1.302
88,3
41,2
Ceará
9.415
7.034
109,4
81,7
Rio Grande do Norte
7.095
2.106
219,8
65,2
Paraíba
1.087
2.286
28,5
59,9
Pernambuco
17.451
1.641
195,4
18,4
Alagoas
6.689
1.375
211,3
43,4
Sergipe
1.824
392
86,4
18,6
Bahia
18.628
29.899
131,4
210,9
Sudeste
78.906
376.999
96,7
462,2
Minas Gerais
8.698
152.230
43,8
766,7
Espírito Santo
2.790
33.501
78,0
936,3
Rio de Janeiro
56.426
69.258
347,6
426,7
São Paulo
10.992
122.010
26,2
291,2
Sul
1.622
56.866
5,8
205,1
Paraná
1.486
55.353
14
523,3
Santa Catarina
51
364
0,8
5,7
Rio Grande do Sul
85
1.149
0,8
10,7
Centro­-Oeste
21.509
190.501
149.1
1.320,7
Mato Grosso do Sul
2.009
77.782
80,2
3.105
Mato Grosso
11.225
25.525
360,3
819,3
Goiás
7.738
84.131
125,7
1.366,9
DistritoFederal
537
3.063
20,3
115,6
Total
190.294
714.226
98,1
368,2
Fonte: Ministério da Saúde
FONTE: Agência Brasil